
Um sorriso extremo. Sorria de de si.
Sorria de cisma.
Sorria do sol. Sofregava. Caçou maldade na cabeça antes de rir novamente. Concordou com as mãos e parou de rir. Do alto da gargalhada ele se externou. Costurou parte a parte o barulho do riso. Estava farto.
Pisou sem ver no princípio do riso.
E voltou adiante. Voltou a rir. Agora sorria estranho, terminando o riso pela metade: calculando-se. Seguiu-se um um riso misturado: lembranças, fúrias, sofismas.
Demorou-se calado.
O riso se fora. respirou. Fez a benção. Esperando ainda que a alegria voltasse
um outro dia.




